Época

Abr
27

Agilidade para a imprensa

2010 às 19.32hs, postado por Alexandre de Santi
Cartola publicou reportagem na IstoÉ de 25/11/2009

Cliente: Jornais e revistas

A notícia não tem hora nem lugar para acontecer. Quando veículos de imprensa precisam de repórteres ágeis para cobrir uma missão distante, podem contar com a Cartola.

Mar
9

“Ganhou, mas não levou”: reportagem na revista Época

2010 às 20.11hs, postado por Sebastião Ribeiro
Bolão da Mega Sena foi tema de reportagem da Cartola em 27/2/2010

Bolão da Mega Sena foi tema de reportagem da Cartola em 27/2/2010

A Cartola foi a Novo Hamburgo no final de fevereiro para produzir reportagem sobre a turma que jogou no bolão da Mega-Sena de uma lotérica, acertou os seis números do jogo, mas não levou o dinheiro porque a casa não havia efetivado a aposta. O texto de Sebastião Ribeiro saiu na seção Personagem da Semana, na abertura da revista Época.
Confira o material neste link ou um trecho do texto a seguir:


GANHOU, MAS NÃO LEVOU

Jadir Quadros passou a noite do domingo para a segunda-feira sonhando como gastaria R$ 1 milhão. Dono de uma floricultura e motorista de táxi em Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul, ele comprou uma fração de um bilhete de um bolão da Mega-Sena às 10 horas do sábado, dia do sorteio. Ao chegar ao escritório, Jadir mostrou o jogo à sócia, Noeli, com quem pretendia dividir o prêmio. “Tenha fé que esse nós vamos ganhar”, teria dito Noeli. Na noite do domingo, sentado no sofá da sala diante da TV, Jadir pegou o comprovante do jogo, uma caneta e começou a conferir as dezenas sorteadas. A cada acerto, riscava o volante: “tique!” para o número 20, “tique”, para o 28, “tique”, 40, “tique”, 41, “tique”, 51, “tique”, 58. O que começou com um comportado tracinho sobre o número 20 já era um traço grosso, longo e torto no 58. “Não pode ser, tem alguma coisa errada”, disse. Ao lado da mulher, verificou mais duas vezes as dezenas. Só então ligou para o pai e para Noeli e contou a boa-nova. Os planos para o prêmio não lhe saíam da cabeça: uma casa nova, “nada de luxo, três quartos sem suíte e sem piscina”, ajudar a família, passar 15 dias com os três filhos no litoral, adquirir duas licenças de táxi. Tudo, porém, iria por terra no dia seguinte.

Leia mais.